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Outubro Rosa: apoiar, examinar e cuidar de quem importa

Publicado em 01/10/2020 - 18:10

Outubro é o mês da luta contra o câncer de mama e de colo de útero. Um período para reforçar a importância da conscientização de mulheres e sociedade sobre prevenção e diagnóstico precoce.

E esse é o nosso papel - poder oferecer exames cada vez mais eficazes para detectar a doença logo nos estágios iniciais, o que pode aumentar a probabilidade de cura.

Veja a lista de exames indicados:

BRCA1 e BRCA2

Teste de sequenciamento completo dos genes BRCA1 e BRCA2, responsáveis pela Síndrome de Predisposição ao Câncer de Mama e Ovário Hereditários, que é indicado para pacientes com história pessoal ou familiar de parentes de primeira, segunda e/ou terceira gerações.

O risco cumulativo de desenvolvimento de câncer de mama em pacientes com mutações patogênicas de BRCA1 é de 57% e BRCA2 49%. *European Journal of Human Genetics (2016) 24, S3–S9.

 

Painel CA

O Painel CA é um teste molecular realizado pela técnica de sequenciamento de próxima geração (NGS). Ele é indicado para indivíduos com história familiar de câncer de mama e/ou ovário e detecta mutações germinativas em genes de penetrância alta e moderada associados aos cânceres de mama e ovário.

 

Papanicolau

É o exame diagnóstico usado na prevenção do câncer de colo de útero, o terceiro mais comum entre as mulheres brasileiras.

 

ANAT20 - Citologia em Meio Líquido

Metodologia indicada para o diagnóstico precoce de câncer de colo de útero, possui uma melhor sensibilidade e uma série de diferenciais, desde a coleta até a leitura. No método 100% da amostra cérvico-vaginal, é imediatamente transferida para um frasco contendo uma solução que conserva as células, o DNA, o RNA e as proteínas, permitindo a realização de testes adjuntos.

 

Papiloma Vírus Humano (HPV)

Com as técnicas moleculares, é possível identificar e monitorar o paciente de acordo com o risco ontogênico da infecção.

 

  • Captura híbrida - permite classificar os tipos de HPV em grupos de alto e baixo risco para o desenvolvimento de câncer cervical.
  • Detecção de alto risco (tipagem 16/18) - realizado pela técnica PCR em tempo real utilizando sondas específicas marcadas com fluorescência. São pesquisados 14 genótipos HPV de alto risco oncológico.
  • Tipagem para HPV por microarray - utiliza o dispositivo CLART PAPILOMAVIRUS Humano 2 para identificar, individualmente, a presença de 35 genótipos de HPV mais relevantes clinicamente em diferentes tipos de amostras.

 

Câncer de mama

O câncer de mama ainda é o tumor maligno mais incidente em mulheres na maior parte do mundo. No Brasil, a realidade não é diferente: ele é o tipo de câncer que mais acomete o sexo feminino no país, depois dos tumores de pele não melanoma, e também o que mais mata.

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer, em 2020, foram registrados mais de 60 mil novos casos no Brasil, representando 29% dos cânceres em mulheres.

A doença é mais frequente em mulheres acima dos 35 anos e as chances aumentam ainda mais após os 50 anos. Esse tipo de câncer pode se manifestar de diferentes formas: alguns tipos têm desenvolvimento rápido, enquanto outros crescem mais lentamente. Por isso, o acompanhamento médico é extremamente necessário, mesmo quando a paciente não encontra nódulos ao realizar o autoexame.

 

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Câncer de colo de útero

O câncer de colo de útero, também chamado de câncer cervical, é causado pelo vírus da HPV (Papilomavírus Humano). Esse tipo de infecção é bastante frequente em homens e mulheres e nem sempre causa doenças, mas em alguns casos podem ocorrer alterações e resultar em câncer. Por isso é importante ficar atento e realizar exames periódicos.

No Brasil, aproximadamente 16 mil novos casos desse tipo de tumor são diagnosticados todos os anos. É o terceiro tumor maligno mais frequente na população feminina (atrás do câncer de mama e do colorretal), e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.

É uma doença com desenvolvimento lento e pode não apresentar sintomas no início. Conforme avançar, pode provocar sangramento vaginal que vai e volta ou logo depois de praticar relação sexual. Secreção vaginal anormal e dor abdominal também são sintomas dessa anomalia.

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